É importante saber o que não sabemos.
É crucial trabalharmos o nosso auto-conhecimento sobre o que nos faz ficar desmotivados, sem vontade de continuar, sem visão para o futuro.
Ficamos agarrados a um passado que nos trouxe até o agora, mas que não estamos contentes, satisfeitos com o que alcançámos, e pensamos como fazer diferente, acabando por fazer mais do mesmo, entrando no loop que só nos leva a um fundo emocional doloroso.
O primeiro passo é termos a consciência do nosso mau estar, é despertar e questionar as regras que nos ensinaram e pelas quais fomos regendo a nossa vida.
Segundo, perceber que muitas das vezes, as respostas estão no nosso passado, nas nossas raízes, pois é aqui, onde está o começo da nosso arquivo, da nossa mente, através das nossas crenças que nos foram ensinadas e que nos fizeram tomar as decisões decisivas nas nossas vidas.
Terceiro, depois de estarmos conscientes e despertos, com conhecimento de onde surgiram, de onde começou, determinados medos, ansiedades, regras castradoras, temos de perceber o impacto ( o como, o onde ) que elas tiveram ao longo das nossas vidas.
E esta última, geralmente é onde travamos, não queremos perceber que muitas das vezes a responsabilidade não é nossa mas sim das crenças com que crescemos.
Pois as crenças ou nos afastam ou nos ajudam na direção do nosso propósito de vida.
E tu sentes-te preso no agora?
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