" A procrastinação não é um querer é uma desilusão "
Ao procrastinar, ao adiar constantemente a nossa vida, ao adiar o acreditar em nós, que conseguimos fazer, criar, tira-nos o poder de decisão.
Poder este que depois de perdido torna-nos amargurados, desesperados na procura de algo que nos satisfaça, o mais depressa possível, para que o vazio se preencha.
Vazio esse que não existiria se a tal procrastinação, o tal adiar do nosso propósito não tivesse aparecido no nosso caminho como uma enxurrada de água que desce por uma montanha abaixo, derrubando tudo e todos.
Faz-me lembrar uma conversa que tive, algures no tempo.
Comentávamos um jogo de computador cujo principal foco era fazer tudo o que fosse preciso para terminar o jogo. O meu parceiro de conversa falava que os seus valores, as suas crenças não o deixavam fazer o que o jogo pedia, optando por jogar à sua maneira, terminando o jogo.
Pensou, ganhei!!
Mas o jogo trocou-lhe as voltas e disse que a sua percentagem em 100 tinha sido, apenas 12%, ou seja, terminou mas não ganhou.
Voltando à nossa vida, imaginemos que no fim, no dia do juízo final, chegamos perante quem faz o relatório das vidas e nos dizem que em 100% de vida que podíamos ter, só vivemos 12%.
SÓ 12%
Só o potencial de vida desperdiçado.
Temos de procurar soluções, arranjar estratégias, seja o que for para não adiarmos mais a nossa vida, pois só existe esta, e a finitude está lá, eminente à nossa espera.
Eu já estou a fazer o meu caminho, e tu estás??
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