segunda-feira, 12 de abril de 2021

A vida dá-te sempre o que estás ACOSTUMADO!

 Se a vida dá-te sempre o que estás ACOSTUMADO então muda de hábitos!

Se estamos acostumados a sofrer, a desistir, à escassez, então como esperamos que a vida nos dê alegrias, vitórias e abundância.

O nosso modo de pensar, de agir para com a vida trouxe-nos até o agora e ao continuar com os mesmos hábitos, com as mesmas críticas, nunca poderá entrar o novo, entrar a novidade nas nossas vidas.

Pois o modo como nos expomos a novas vivências é determinante para o que a vida nos vai dar, se expandirmos o nosso pensamento, a vida expande, se ficarmos com o nosso pensar de sempre a vida dá-nos o que já estamos habituados.

Mas como Paulo, não estou a perceber?

Se nós queremos algo melhor para nós, mas mantemos o padrão antigo de comportamento até o agora, acabamos por nos prejudicar, em que ficamos mais de alcançar o nosso objetivo, provocando a desilusão, a frustração na nossa vida.

Mas atenção, antes de ter é preciso ser, é preciso perceber qual o recurso, qual a habilidade que é necessária para mudar os hábitos existentes e substituir por novos afim de se alcançar o que realmente se quer, para que a vida nos dê, nos mostre outras opções.

Para isso acontecer temos de entender que tudo é realizável, pois os únicos recursos que necessitamos estão dentro de nós, só temos de os descobrir, para que saiam no sentido do nosso sonho.

Concordas?

Vida

 Existem alturas das nossas vidas que estamos sempre com pressa que os momentos aconteçam ou passem.

Estou desejoso que tal aconteça!

Estou desejoso que o dia acabe!

Estou desejoso que esta fase da minha vida passe!

Todos nós conhecemos estas expressões, mas será que realmente sabemos o que estamos a pedir?

Até o não tem que ser tentado

 Todos nós já ouvimos:

O não é garantido!!

Mas será que a expressão utilizada realmente nos impulsiona, ou nos condiciona? 

Eu sei, que dizemos esta expressão, para nos convencermos e corrermos atrás do sim, sem medos, o que é bom, pois puxamos pela nosso melhor.

Mas será a melhor permissa para começar uma nova demanda?

Ao criarmos um estado emocional  no início de um novo caminho que não é favorável para o resultado pretendido, só para estarmos confortáveis ( achamos nós ), faz com que não coloquemos realmente intenção na busca do sim, é uma defesa, antecipando o falhanço.

Faz sentido para ti?


segunda-feira, 22 de março de 2021

Tempo Roubado

 O Medo que nos rouba o tempo!

Temos medo!

É impressionante a capacidade do Medo, em controlar-nos a vida, as nossas decisões, os nossos objectivos, metas, sonhos.

Desde de tenra idade que o medo faz parte do nosso crescimento, para muitos é o evitar de problemas aprendendo que quando tens medo não fazes, agindo como uma proteção aprendida ancestralmente.

Pois o medo surgiu, para que a nossa mente sinta-se confortável na autopreservação do indivíduo, agindo em modo de sobrevivência, de protecção, esta é uma crença universal que cresceu com o crescimento da nossa espécie enquanto Seres Humanos.

A questão é quando esse medo transforma-se num bloqueio de acção, num bloqueio de pensamentos, gerando resultados catastróficos nas nossas vidas, prejudicando-nos no evoluir do nosso querer.

O medo de errar, o medo dos outros, o medo  pelo medo, está tão enraizado na nossa mente, que quando estamos realmente conscientes, despertos, é terrível ver já esse condicionalismo nas crianças através das suas acções já condicionada pelo medo.

Temos de despertar para fazermos uma autoavaliação do impacto que o medo teve e têm nas nossas vidas, aprender a controlar, a aceitar e ajudar as nossas crianças, as gerações futuras a conviverem com esse medo. 

Esta é uma missão, um propósito de vida que todos devemos incorporar nas nossas vidas.

Concordas? Sim, Não?

Comenta.

domingo, 21 de março de 2021

Sofremos por ir mas sofremos mais por ficar.

 Toda a mudança gera sofrimento.

Mas qual queremos para as nossas vidas, o sofrimento que podemos encontrar no Ir para crescermos, para nos desenvolver, para descobrirmos novos EU's, ou o sofrimento pesado, triste, conformado, resignado de ficarmos com a vida que não estamos satisfeitos.

O exemplo que melhor explica esta afirmação, que toda a mudança gera sofrimento, pode ser dado explicando o nosso crescimento e o efeito que os nossos pais têm nele.

Quando crescemos a atitude dos pais para com os seus filhos é de proteção, e ainda bem que assim é.

E   essa mesma proteção tornar-se num ponto de bloqueio do desenvolvimento da criança?

Muitas vezes os pais querem amparar todo o sofrimento dos filhos, mais uma vez, ainda bem que é assim, mas com todo esse Control acaba retirando-lhes autonomia para decidir, para conseguirem por eles criarem recursos internos para resolver as suas próprias questões.

Os pais ao impedir o sofrimento naquele momento, acabam por perpetuar o sofrimento, pois a criança não aprende as ferramentas com que se trabalha a vida, e assim continua bloqueada no sofrimento mesmo já sendo adulta.

Agora adulta, não tem soluções, não tem arquivo mental para lidar com as emoções que lhe causam sofrimento, ficando sem saber como avançar a sua própria vida, sem o norte, pois tudo lhe parece difícil de alcançar.

Não é por se querer evitar o sofrimento que ficamos livre de sofrer, acredito, que quanto mais o evitamos mais ele nos persegue, o ideal será, termos a consciência dele e aprender lidar com as situações que geram o sofrimento, aprender a lidar para as transformar a nosso favor.

Concordas?

Comenta/reflete

terça-feira, 16 de março de 2021

Não aceites o que não queres só porque os outros o querem

 Aceitar o que não se quer só porque os outros querem é o pior que podemos fazer para a nossa estima, para o nosso bem estar.

Quanto mais a vida passa, mais conscientes  deste sentir ficamos, mas a pergunta é : 

Porque não o fazemos?

Porque deixamos que continue a acontecer?

Provavelmente porque nunca nos foi ensinado a dizer o que queremos, nunca nos foi dito, fomos sempre ensinados a seguir e não a pensar.

É só olhar para as escolas, e muito provavelmente é olharmos também para dentro das nossas próprias casas, a nossa relação com quem amamos.

Sim, porque se nunca foi ensinado a teres de dizer o que queres para teres o que queres, como vais ensinar aos outros? como podes tolerar uma filha ou filho a questionar-te, quando tu só queres que ele te obedeça, que ele te siga.

O problema, é que por essa mesma falta de inteligência emocional, de registo de aprendizagens no arquivo mental por parte de quem ensina ( sendo responsável pela continuidade mas não culpada pela, pois também foi ensinada a agir assim ) criamos gerações de obedientes perpétuos, e o que escapa é sempre considerado " alternativo ".

Claro que ensinar a dizer-se o que se quer, dá trabalho no agora, mas vai criar Seres Humanos muito mais conectados, muito mais profundos com os outros, com o seu saber, com o seu estar.

Ao não se dizer o que se quer, perpetuamos relações doentias tanto ao nível pessoal como profissional, perpetuamos por exemplo os eternos silêncios entre os casais, tudo porquê?

Porque não dizemos o que queremos da vida, das relações, simplesmente não dizemos, deixando que o silêncio resolva, deixando que os outros o façam, mas os outros também estão no mesmo pesadelo.

E tu realmente dizes o que queres?

Empatia através do teu olhar

 Pára de ter empatia através do teu olhar!!

Ouvimos falar muito da empatia, ter empatia, estar no lugar do outro, então quando tentamos estar no lugar do outro, o que acontece? realmente ? quando nós nos colocamos no lugar do outro ?

Julgamos, temos interpretações da realidade seleccionadas, suposições, conclusões, mas como?

Simples

Estamos no lugar do outro, mas através das nossas crenças, convicções, julgamentos, o que leva a percepções continuamente erradas.

Estar no lugar do outros, sim, mas sendo o outro, olhando de dentro da sua vida para fora, e não de fora para dentro, percebendo, entendendo a sua visão de vida, com as suas crenças, valores, qualidade de vida.

Atenção, este é um processo normal da sociedade, da humanidade, ter empatia mas através do seu olhar.

Não estou a excluir-me, estou simplesmente a alertar para uma nova percepção de empatia para com o outro, que todos devemos considerar, talvez para uns, certeza para outros, podermos aplicar nas nossas vidas.

O que achas deste tema, é relevante para ti?

Comenta.


A vida dá-te sempre o que estás ACOSTUMADO!

 Se a vida dá-te sempre o que estás ACOSTUMADO então muda de hábitos! Se estamos acostumados a sofrer, a desistir, à escassez, então como es...